Resposta rápida: o Inep liberou o Cartão de Confirmação do Enem 2026 na terça-feira, 27 de outubro. Para ver o...
Você sabe como calcular o número de elementos da união entre 2 e 3 conjuntos? E se os conjuntos forem disjuntos? Acesse o texto e descubra todas as fórmulas que envolvem o assunto!
O número de elementos da união entre dois conjuntos A e B é dado por n(A ∪ B) = n(A) + n(B) − n(A ∩ B). Baseando-se nessa fórmula, é possível obter uma segunda: a do número de elementos da união entre três conjuntos, A, B e C.
Resposta rápida
|
Olá, pessoal! Como vão vocês?
Estamos bastante acostumados a encontrar o conjunto união entre dois conjuntos A e B. Contudo, dificilmente nos preocupamos com o número, ou com a quantidade de elementos desse conjunto, também chamada de cardinalidade. Não parece, mas a verdade é que essa informação pode nos ajudar a resolver diversas questões do Enem e, principalmente, de vestibulares.
Por isso, aprenderemos no texto de hoje a fórmula do número de elementos da união entre 2 e 3 conjuntos. Faremos também alguns exemplos passo a passo e, por fim, resolveremos exercícios com gabarito comentado, para consolidar todo esse conhecimento. Quem está pensando em prestar vestibulares logo mais, terá de seguir comigo!
Este texto responde à pergunta “qual é a fórmula?”. Portanto, se você quiser revisar a teoria antes de começar, passe pelo guia de Operações com Conjuntos, que reúne união, intersecção, diferença e complementar, ou pelo texto União e Intersecção de Conjuntos. Depois, volte aqui para treinar a contagem.
Beleza, pessoal? Então, é hora de iniciarmos os estudos. Vem comigo!

Então, o que acharam da fórmula apresentada na imagem acima? Em texto, ela fica assim:
n(A ∪ B) = n(A) + n(B) − n(A ∩ B)
| Símbolo | O que significa |
|---|---|
| n(A) | número de elementos do conjunto A |
| n(B) | número de elementos do conjunto B |
| n(A ∩ B) | número de elementos comuns a A e a B (a intersecção) |
| n(A ∪ B) | número de elementos da união de A e B |
Eu sei, parece confuso determinar a quantidade de elementos do conjunto união entre os conjuntos A e B. Mas tenho certeza de que, partindo de um exemplo, tudo ficará mais claro.
Deem uma olhada nos conjuntos A e B descritos abaixo.
A = {1, 5, 6, 7, 12}
B = {3, 4, 6, 7}
A união entre dois conjuntos A e B pode ser definida como o conjunto formado pelos elementos que pertencem a A ou a B, de acordo com o texto União e Intersecção. Isso significa que a união dos conjuntos A e B apresentados acima é um conjunto formado pelos elementos que pertencem a A, a B ou a ambos os conjuntos.
Vejam que, para determinar o conjunto união entre A e B, nós copiamos todos os elementos de A e, depois, todos os elementos de B. Como havia dois elementos em comum entre os conjuntos (6 e 7), não houve a necessidade de copiá-los novamente. Dessa forma, obtemos:
A ∪ B = {1, 5, 6, 7, 12, 3, 4}
Quando os conjuntos são representados na forma de diagrama, fica ainda mais fácil determinar a união entre eles.

Claro! Neste caso, é só copiar todos os elementos dispostos no diagrama. Isso porque, nessa forma de representação, os elementos comuns a ambos os conjuntos já ficam em evidência na região entrelaçada.
Bom, se os elementos que são comuns aos conjuntos A e B fazem diferença na hora de montarmos o conjunto união entre eles, é claro que também fazem diferença na hora de determinar o número de elementos desse conjunto, n(A ∪ B).

Observe o que acontece: os elementos 6 e 7 pertencem a A e a B ao mesmo tempo. Logo, eles são contados uma vez em n(A) e, de novo, em n(B). Por conseguinte, a soma n(A) + n(B) conta esses elementos em duplicidade, e precisamos descontá-los uma única vez, subtraindo n(A ∩ B). Assim faz todo o sentido, não é mesmo?

Querem ver como é verdade? Contando os elementos do conjunto união que havíamos obtido, A ∪ B = {1, 5, 6, 7, 12, 3, 4}, é fato que ele possui 7 elementos. Vamos usar a fórmula do número de elementos da união para ver se o resultado é equivalente. Primeiro, identificamos os valores de que precisamos:
Agora, aplicamos a fórmula:
n(A ∪ B) = n(A) + n(B) − n(A ∩ B)
n(A ∪ B) = 5 + 4 − 2
n(A ∪ B) = 7
E não é que deu certo? Aproveitaremos a deixa para desenvolver um novo exemplo!
Dados os conjuntos A = {1, 3, 5, 7, 9} e B = {2, 3, 5, 7}, determine o número de elementos da união de A e B.
Observando rapidamente os conjuntos dispostos no enunciado, podemos concluir que:
Assim, o número de elementos da união de A e B é dado por:
n(A ∪ B) = n(A) + n(B) − n(A ∩ B)
n(A ∪ B) = 5 + 4 − 3
n(A ∪ B) = 6
Para provar que o resultado está correto, vamos encontrar o conjunto união de A e B. É possível perceber que ele realmente possui 6 elementos:
A ∪ B = {1, 2, 3, 5, 7, 9}

Nem sempre a questão pede o número de elementos da união. Às vezes, ela fornece n(A ∪ B) e quer saber quantos elementos são comuns. Nesse caso, basta isolar o termo n(A ∩ B):
n(A ∩ B) = n(A) + n(B) − n(A ∪ B)
Por exemplo, se n(A) = 14, n(B) = 11 e n(A ∪ B) = 20, então n(A ∩ B) = 14 + 11 − 20 = 5. Ou seja, 5 elementos pertencem aos dois conjuntos.

Sendo A e B dois conjuntos disjuntos, ou seja, dois conjuntos que não possuem elementos em comum (veja mais no texto Subconjuntos e Conjunto das Partes), é fato que A ∩ B = ∅. Assim, o termo n(A ∩ B) da fórmula do número de elementos da união se torna nulo, ou igual a zero. Isso possibilita resumir a expressão que acabamos de conhecer.
Quando dois conjuntos A e B são disjuntos, o cálculo do número de elementos da união de A e B se resume à expressão n(A ∪ B) = n(A) + n(B).
Por exemplo, com A = {2, 4, 6} e B = {1, 3, 5, 7}, não há elementos comuns. Logo, n(A ∪ B) = 3 + 4 = 7, e de fato A ∪ B = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7}.
Se todo elemento de B também pertence a A (B ⊂ A), então A ∩ B = B e a união é o próprio A. Dessa forma, n(A ∪ B) = n(A) + n(B) − n(B) = n(A). Em outras palavras, o conjunto menor não acrescenta nenhum elemento novo à união.
Tranquilo, não é mesmo? Agora, vamos partir da mesma ideia aplicada a dois conjuntos para deduzir a fórmula do número de elementos da união entre três conjuntos. A representação em forma de diagrama vai nos ajudar novamente. Vem comigo!
E aí, o que acharam do tamanho desta fórmula? Em texto, ela é:
n(A ∪ B ∪ C) = n(A) + n(B) + n(C) − n(A ∩ B) − n(A ∩ C) − n(B ∩ C) + n(A ∩ B ∩ C)
Vamos começar nossa dedução partindo da representação em forma de diagrama de 3 conjuntos A, B e C. Pensaremos aqui em conjuntos que possuem apenas alguns elementos em comum e, por isso, seus diagramas poderão se entrelaçar.

Destacaremos agora, separadamente, as regiões do diagrama em que estão presentes os elementos dos conjuntos A, B e C. Fiquem atentos ao que irá acontecer!

Quem reparou na imagem com atenção percebeu que existem algumas regiões do diagrama que são comuns, por exemplo, aos elementos de A e B, A e C, B e C e também de A, B e C. Essas são as regiões de intersecção entre os conjuntos.

Assim, se partirmos da ideia da fórmula para dois conjuntos, em que primeiro somamos os elementos de todos os conjuntos e depois subtraímos os elementos repetidos, ou seja, os que estão nas regiões de intersecção entre dois conjuntos, chegamos à fórmula apresentada acima. Contudo, fica uma dúvida natural: por que somamos n(A ∩ B ∩ C) no final?
A resposta está em contar quantas vezes cada elemento da união é considerado. Observe a tabela:
| Onde está o elemento | Vezes contado em n(A) + n(B) + n(C) | Vezes descontado nas três intersecções de pares | Contagem final |
|---|---|---|---|
| Em apenas um dos conjuntos | 1 | 0 | 1 − 0 = 1 |
| Em exatamente dois conjuntos | 2 | 1 | 2 − 1 = 1 |
| Nos três conjuntos | 3 | 3 | 3 − 3 + 1 = 1 (o “+1” vem de n(A ∩ B ∩ C)) |
Note que um elemento presente nos três conjuntos é somado três vezes, mas também é subtraído três vezes, uma em cada intersecção de dois conjuntos. Portanto, ele “desaparece” da contagem. Por conseguinte, somamos n(A ∩ B ∩ C) uma vez ao final para que ele seja contado exatamente uma vez. Dessa forma, todo elemento da união passa a valer 1, nem mais, nem menos.
Em uma turma de 50 alunos, 28 estudam inglês (I), 22 estudam espanhol (E) e 18 estudam francês (F). Além disso, 10 estudam inglês e espanhol, 8 estudam inglês e francês, 6 estudam espanhol e francês, e 3 estudam os três idiomas. Quantos alunos estudam pelo menos um desses idiomas? E quantos não estudam nenhum deles?
Atenção: dados como “10 estudam inglês e espanhol” já incluem quem estuda os três idiomas. Por isso, eles correspondem a n(I ∩ E) = 10, n(I ∩ F) = 8, n(E ∩ F) = 6 e n(I ∩ E ∩ F) = 3.
Aplicando a fórmula do número de elementos da união entre 3 conjuntos:
n(I ∪ E ∪ F) = n(I) + n(E) + n(F) − n(I ∩ E) − n(I ∩ F) − n(E ∩ F) + n(I ∩ E ∩ F)
n(I ∪ E ∪ F) = 28 + 22 + 18 − 10 − 8 − 6 + 3
n(I ∪ E ∪ F) = 68 − 24 + 3
n(I ∪ E ∪ F) = 47
Logo, 47 alunos estudam pelo menos um idioma. Como a turma tem 50 alunos, os que não estudam nenhum deles são 50 − 47 = 3 alunos.
Antes de seguir, observe uma visão geral. Nos exemplos numéricos, reaproveitamos os valores dos exemplos resolvidos acima.
| Situação | Fórmula | Exemplo numérico |
|---|---|---|
| Dois conjuntos quaisquer | n(A ∪ B) = n(A) + n(B) − n(A ∩ B) | 5 + 4 − 2 = 7 |
| Dois conjuntos disjuntos (A ∩ B = ∅) | n(A ∪ B) = n(A) + n(B) | 3 + 4 = 7 |
| B contido em A (B ⊂ A) | n(A ∪ B) = n(A) | se n(A) = 6, então n(A ∪ B) = 6 |
| Três conjuntos | n(A ∪ B ∪ C) = n(A) + n(B) + n(C) − n(A ∩ B) − n(A ∩ C) − n(B ∩ C) + n(A ∩ B ∩ C) | 28 + 22 + 18 − 10 − 8 − 6 + 3 = 47 |
| Intersecção a partir da união | n(A ∩ B) = n(A) + n(B) − n(A ∪ B) | 14 + 11 − 20 = 5 |
| Elementos só de A (veja Diferença entre dois Conjuntos) | n(A − B) = n(A) − n(A ∩ B) | 5 − 2 = 3 |
| Elementos fora da união (veja Complementar de um Conjunto) | n(U) − n(A ∪ B), em que U é o conjunto universo | 50 − 47 = 3 |
E pra quem achou a fórmula muito difícil de memorizar, aí vai uma dica! Representem os conjuntos citados nas questões do Enem e dos vestibulares em forma de diagrama. Dessa forma, vocês enxergam cada região e dificilmente contam um elemento duas vezes. Siga este roteiro:
Para traduzir expressões como “pelo menos um”, “apenas” e “nenhum” em operações, consulte também a tabela do guia de Operações com Conjuntos.
Voltando ao exemplo dos 50 alunos, vamos preencher o diagrama região por região:
| Região do diagrama | Cálculo | Alunos |
|---|---|---|
| Os três idiomas (I ∩ E ∩ F) | dado do enunciado | 3 |
| Apenas inglês e espanhol | 10 − 3 | 7 |
| Apenas inglês e francês | 8 − 3 | 5 |
| Apenas espanhol e francês | 6 − 3 | 3 |
| Apenas inglês | 28 − 7 − 5 − 3 | 13 |
| Apenas espanhol | 22 − 7 − 3 − 3 | 9 |
| Apenas francês | 18 − 5 − 3 − 3 | 7 |
| Nenhum dos três idiomas | 50 − 47 | 3 |
| Total | 13 + 9 + 7 + 7 + 5 + 3 + 3 + 3 | 50 |

Repare que as regiões somam exatamente 50 alunos. Assim, confirmamos que o resultado obtido pela fórmula, 47 alunos na união, está correto.
A ideia se repete: soma-se, subtrai-se, soma-se de novo, e assim por diante, alternando os sinais. Para 4 conjuntos, A, B, C e D, a regra fica:
Essa regra geral é chamada de princípio da inclusão-exclusão. Em provas do Enem e de vestibulares, contudo, quase sempre aparecem dois ou três conjuntos. Portanto, o diagrama de Venn continua sendo o caminho mais seguro.
Antes de partir para os exercícios, veja os deslizes que mais aparecem:
Os exercícios a seguir foram elaborados para este texto, no estilo do Enem e dos vestibulares. Tente resolver sozinho antes de conferir o gabarito comentado.
1) Dois conjuntos A e B têm n(A) = 18, n(B) = 15 e n(A ∩ B) = 6. Calcule n(A ∪ B).
2) Sabendo que n(A ∪ B) = 40, n(A) = 25 e n(B) = 22, determine n(A ∩ B).
3) Em uma turma de 35 alunos, 20 gostam de Matemática, 17 gostam de Física e 4 não gostam de nenhuma das duas disciplinas. Quantos alunos gostam das duas?
4) Sejam A e B dois conjuntos com n(A) = 12 e n(B) = 9. a) Qual é o maior valor possível de n(A ∪ B)? b) E o menor valor possível?
5) Os conjuntos A, B e C são tais que n(A) = 30, n(B) = 25, n(C) = 20, n(A ∩ B) = 12, n(A ∩ C) = 9, n(B ∩ C) = 7 e n(A ∩ B ∩ C) = 4. Determine n(A ∪ B ∪ C).
6) Uma pesquisa com 200 consumidores perguntou sobre o uso de três marcas, A, B e C. Foram obtidos os seguintes resultados, já incluindo quem usa as três marcas: 90 usam A, 80 usam B, 60 usam C, 30 usam A e B, 25 usam A e C, 20 usam B e C e 10 usam as três. a) Quantos consumidores não usam nenhuma das três marcas? b) Quantos usam apenas uma delas?
Gostou de praticar? Para continuar treinando, conheça os Cursos Gratuitos de Matemática do Professor Ferretto, pensados para reforçar a base de quem se prepara para o Enem e os vestibulares.
1) Aplicando a fórmula: n(A ∪ B) = 18 + 15 − 6 = 27.
2) Isolando a intersecção: n(A ∩ B) = n(A) + n(B) − n(A ∪ B) = 25 + 22 − 40 = 7.
3) Como 4 alunos não gostam de nenhuma das duas, os que gostam de pelo menos uma são 35 − 4 = 31, ou seja, n(M ∪ F) = 31. Pela fórmula, 31 = 20 + 17 − n(M ∩ F). Logo, n(M ∩ F) = 37 − 31 = 6 alunos. Para conferir: 14 gostam só de Matemática, 11 só de Física, 6 de ambas e 4 de nenhuma, e 14 + 11 + 6 + 4 = 35.
4) a) O maior valor ocorre quando A e B são disjuntos, isto é, n(A ∩ B) = 0. Assim, n(A ∪ B) = 12 + 9 = 21. b) O menor valor ocorre quando B está contido em A, isto é, n(A ∩ B) = 9. Dessa forma, n(A ∪ B) = 12 + 9 − 9 = 12. Portanto, 12 ≤ n(A ∪ B) ≤ 21.
5) n(A ∪ B ∪ C) = 30 + 25 + 20 − 12 − 9 − 7 + 4 = 75 − 28 + 4 = 51.
6) a) n(A ∪ B ∪ C) = 90 + 80 + 60 − 30 − 25 − 20 + 10 = 165. Logo, não usam nenhuma marca 200 − 165 = 35 consumidores. b) Primeiro, achamos as regiões de dois conjuntos sem o centro: só A e B = 30 − 10 = 20; só A e C = 25 − 10 = 15; só B e C = 20 − 10 = 10. Em seguida, calculamos as regiões exclusivas: só A = 90 − 20 − 15 − 10 = 45; só B = 80 − 20 − 10 − 10 = 40; só C = 60 − 15 − 10 − 10 = 25. Portanto, usam apenas uma marca 45 + 40 + 25 = 110 consumidores. Conferindo: 45 + 40 + 25 + 20 + 15 + 10 + 10 = 165.
Agora, convido vocês a dar uma olhada no vídeo que deixo logo abaixo. Nele, é possível revisar as operações de união e intersecção entre os conjuntos e, de quebra, resolver comigo uma questão prática sobre o número de elementos da união.
E se você quer mais resoluções e dicas rápidas, inscreva-se no canal do Professor Ferretto no YouTube e acompanhe o Instagram @professorferretto.
É n(A ∪ B) = n(A) + n(B) − n(A ∩ B). Ou seja, somamos o número de elementos de cada conjunto e subtraímos o número de elementos da intersecção, para não contar duas vezes o que é comum aos dois.
Porque os elementos que pertencem a A e a B ao mesmo tempo são contados uma vez em n(A) e outra vez em n(B). Assim, a soma n(A) + n(B) repete esses elementos, e a subtração de n(A ∩ B) corrige a contagem.
É n(A ∪ B ∪ C) = n(A) + n(B) + n(C) − n(A ∩ B) − n(A ∩ C) − n(B ∩ C) + n(A ∩ B ∩ C). Somamos os três conjuntos, subtraímos as intersecções de dois a dois e, por fim, somamos a intersecção dos três.
Se A e B são disjuntos, a intersecção é vazia e n(A ∩ B) = 0. Portanto, n(A ∪ B) = n(A) + n(B).
Basta isolar a intersecção na fórmula: n(A ∩ B) = n(A) + n(B) − n(A ∪ B). Por exemplo, com n(A) = 14, n(B) = 11 e n(A ∪ B) = 20, temos n(A ∩ B) = 5.
Costuma aparecer em problemas de contagem, como pesquisas de opinião e grupos de alunos que praticam esportes ou estudam idiomas, em geral resolvidos com diagrama de Venn. Para ver a incidência de cada tema nas últimas provas, consulte o ENEM’s Anatomy.
Agora que você domina a contagem de elementos, aprofunde cada assunto nos textos do blog:
Em resumo, o número de elementos da união segue sempre a mesma lógica: somar e descontar o que foi contado em duplicidade.
Portanto, a dica final é simples: na dúvida, desenhe os conjuntos na forma de diagrama de Venn e comece pelo centro. Com as regiões preenchidas, a contagem fica muito mais fácil.
Gostou deste conteúdo? Aproveite para conhecer os Cursos Gratuitos do Professor Ferretto, incluindo o de Matemática Básica, e turbine seus estudos.
Deseja ter uma preparação completa em matemática e ciências da natureza? Então conheça os planos e cursos da plataforma do Professor Ferretto e vem com a gente garantir a sua vaga no ensino superior!
E se você quer saber quais assuntos mais caem na prova, conheça também o ENEM’s Anatomy, a ferramenta de análise de incidência do Professor Ferretto.
Um abraço, pessoal! Até mais!
