Ao pesquisar por um cursinho online para o Enem, muitos estudantes chegam a uma dúvida mais específica: existe uma opção...
Ao pesquisar por um cursinho online para o Enem, muitos estudantes chegam a uma dúvida mais específica: existe uma opção com foco justamente em Redação e Matemática?
A pergunta não surge à toa, visto que entre as cinco notas que compõem o resultado final do exame, essas duas áreas se comportam de um jeito diferente das demais, pois avançar nelas não depende só de acumular conteúdo, depende de método, prática constante e, no caso da Redação, de correção individualizada.
Não é coincidência que até plataformas generalistas de ensino já ofereçam pacotes segmentados exatamente nesse recorte, sinal de que a demanda por uma preparação direcionada é real.
Neste artigo, você vai entender por que Matemática e Redação concentram as maiores dificuldades entre os candidatos ao Enem, como funciona a pontuação de cada uma dentro da prova e o que avaliar na hora de escolher um cursinho online que realmente dê conta das duas frentes ao mesmo tempo.
Matemática e Redação costumam ser apontadas como as áreas mais difíceis do Enem porque dependem de método e prática constante, e não apenas de memorização ou interpretação direta
É justamente essa diferença que explica por que tantos estudantes avançam bem em Humanas ou Linguagens, mas travam justamente nessas duas frentes.

Boa parte das áreas do Enem recompensa quem lê, revisa e memoriza com consistência.
Ciências Humanas, por exemplo, tem um volume grande de conteúdo, mas esse conteúdo é relativamente estável e responde bem a resumos, revisões espaçadas e questões comentadas.
Já Matemática e Redação funcionam de outro jeito.
Matemática exige que o estudante aplique um raciocínio treinado a situações novas — decorar fórmula sem entender o porquê dela raramente resolve uma questão contextualizada do Enem.
Redação, por sua vez, é uma habilidade de escrita avaliada por critérios técnicos específicos, e só evolui de verdade com prática seguida de correção individual, algo que nenhum resumo ou videoaula sozinha resolve.
Os números confirmam essa percepção. No Pisa 2022 — a avaliação internacional mais recente, com resultado divulgado pela OCDE no fim de 2023 —, 73% dos estudantes brasileiros ficaram abaixo do nível básico de proficiência em Matemática, contra 31% na média dos países da OCDE; apenas 1% do Brasil atingiu os níveis mais altos de desempenho, ante 9% na média da organização.
No Enem 2024, a média em Matemática caiu de 535 para 529 pontos, e a área segue sendo a que apresenta a maior amplitude de notas entre todas as provas objetivas, variando de 334 a 962 pontos, segundo dados do Inep.
Já a Redação, embora tenha média nominal mais alta, revela sua dificuldade em outro lugar: no número de zeros e na escassez de notas máximas, como você verá adiante.
Antes de entender por que essas duas matérias pesam tanto na preparação, vale revisar como cada uma delas é avaliada dentro da estrutura do exame.
A prova de Matemática e suas Tecnologias tem 45 questões de múltipla escolha e é aplicada no segundo dia do Enem, junto com Ciências da Natureza, em um bloco de 5 horas.
A nota não é calculada pelo simples número de acertos: o Inep usa a Teoria de Resposta ao Item (TRI), um modelo estatístico que leva em conta o padrão de respostas do candidato — inclusive o grau de dificuldade de cada questão acertada ou errada — para estimar a proficiência real do estudante.
Por isso não existe uma nota máxima fixa definida antes da prova, e dois candidatos com o mesmo número de acertos podem sair com notas diferentes.
A Redação, ao contrário, tem uma lógica de correção completamente diferente.
O texto dissertativo-argumentativo é avaliado por dois corretores independentes, com base em cinco competências — domínio da norma culta, compreensão do tema, organização de argumentos, uso de mecanismos de coesão e elaboração de uma proposta de intervenção —, cada uma valendo até 200 pontos, somando os 1000 pontos possíveis.
Quando a diferença entre as duas correções é grande demais, um terceiro corretor entra em cena para desempatar.
Embora as cinco notas do Enem (quatro áreas objetivas mais a redação) tenham, em tese, o mesmo peso na média simples, universidades e cursos aplicam pesos diferentes para calcular a nota final de cada candidato.
Cursos de Engenharia, por exemplo, costumam atribuir peso maior para Matemática; já Medicina tende a dar mais peso para Ciências da Natureza e para Redação.
Na prática, isso significa que negligenciar qualquer uma dessas duas áreas pode custar a vaga, mesmo em cursos que, à primeira vista, pareceriam menos ligados a elas.
Boa parte da nota no Enem depende do desempenho do aluno nessa disciplina. Vale, pois, atentar para os fatores que podem estar levando ou causando o baixo desempenho dos estudantes justamente em matemática.
Além dos dados do Pisa e do Inep já citados, vale reforçar: a Matemática representa, sozinha, um quinto da nota final do candidato — e ainda assim segue sendo, ano após ano, uma das áreas mais associadas à exclusão de estudantes do ensino superior público, especialmente entre quem vem da rede pública de ensino.

Três fatores explicam boa parte dessa dificuldade.
O primeiro é uma base fragmentada: como a Matemática é uma disciplina cumulativa, uma lacuna não resolvida no ensino fundamental — frações, porcentagem, equações simples — se arrasta e compromete o aprendizado de conteúdos mais avançados, como funções e geometria analítica.
O segundo é a chamada ansiedade matemática, um bloqueio emocional documentado pela pesquisa educacional que faz o estudante travar diante de uma questão antes mesmo de tentar resolvê-la.
O terceiro é o método de ensino tradicional, baseado em decorar fórmulas isoladas, que não prepara o estudante para o formato contextualizado e interdisciplinar das questões do Enem.
Funções, geometria plana e espacial, estatística, probabilidade e grandezas proporcionais são os temas com maior incidência nas provas — e também os que mais costumam derrubar a nota de quem não tem a base consolidada.
Se você quer se aprofundar exatamente nesses pontos, o blog do Professor Ferretto já reuniu, em detalhe, os assuntos de Matemática que mais caem no Enem e também como estudar Matemática sem perder tempo com métodos que não funcionam.
Se a sua base ainda tem lacunas, o caminho mais eficiente é reconstruí-la antes de avançar — e é exatamente para isso que existe o curso gratuito de Matemática Básica do Professor Ferretto.

Os dados mais recentes mostram bem esse desafio.
No Enem 2025, mais de 211 mil candidatos — exatamente 211.859, segundo microdados do Inep — tiveram a redação zerada, o equivalente a cerca de 6% dos quase 3,5 milhões de participantes presentes no primeiro dia de prova.
No mesmo ano, apenas 10 redações atingiram a nota 1000, o menor número desde a criação do exame — uma queda em relação às já baixas 12 notas máximas de 2024 e às 60 de 2023.
Segundo especialistas em correção de redação, os pontos mais frágeis costumam se concentrar em duas competências específicas: coesão textual, pelo uso equivocado ou excessivo de conectivos, o que resulta em frases truncadas ou artificialmente rebuscadas.
Outra competência que costuma ficar aquém do esperado é a proposta de intervenção, item em que muitos candidatos apresentam soluções genéricas, sem detalhamento de agente, ação, meio e finalidade — exatamente o que a banca espera encontrar no último parágrafo.
Quer turbinar nas 5 competências no Enem, confira nosso artigo exclusivo, Redação no Enem.
Existem quatro situações que anulam uma redação do Enem independentemente da qualidade do texto: fugir totalmente do tema proposto, não seguir a estrutura dissertativo-argumentativa, deixar a folha de texto definitivo em branco e escrever menos de sete linhas manuscritas.
Nenhuma dessas situações depende de “sorte” — todas são evitáveis com preparo e revisão da estrutura antes do dia da prova.
Para entender melhor como usar repertório sociocultural sem cair nesses erros, vale conferir o artigo sobre repertório na Redação do Enem, também disponível no blog.
Duas disciplinas que pontuam muito no Enem são justamente as que os estudantes têm tido mais dificuldades. Assim, concentrar essas disciplinas em um único curso preparatório pode ser uma ótima ideia, como veremos na sequência.
Apesar de parecerem áreas opostas — uma exata, outra de escrita —, matemática e redação compartilham uma característica central: o avanço real só acontece com prática guiada e feedback individual.
Um estudante pode assistir a dezenas de videoaulas de Redação e continuar cometendo os mesmos erros de coesão se ninguém corrigir seus textos com critério técnico.
O mesmo vale para Matemática: resolver exercícios sem entender onde e por que errou tende a repetir o mesmo padrão de erro no simulado seguinte e, pior, no dia da prova.
Por isso, dividir o estudo dessas duas áreas entre plataformas ou professores particulares diferentes tende a ser menos eficiente do que integrá-las em um único cronograma.
Além do custo de manter duas ou três assinaturas separadas, o estudante perde a visão consolidada do próprio progresso — e progresso é exatamente o que Matemática e Redação, mais do que qualquer outra área do Enem, exigem para evoluir.

Na hora de escolher, alguns critérios fazem mais diferença do que qualquer promessa de campanha publicitária:
O Professor Ferretto tem mais de 10 anos de experiência em cursos preparatórios para Enem e vestibulares e, na busca constante por excelência, reuniu uma equipe de professores especialistas e referência em todas as áreas para ajudar os estudantes a terem uma excelente preparação para os vestibulares e a superarem suas dificuldades nessas duas disciplinas que costumam assombrá-los.
Na Plataforma do Professor Ferretto, a Redação é conduzida pelas professoras Tanay e Veridiane, especialistas em metodologia de redação nota mil, que ensinam a estrutura dissertativo-argumentativa, o uso de repertório sociocultural e como evitar os erros mais comuns — do zero técnico à perda de pontos por proposta de intervenção genérica.
A correção segue os critérios oficiais do Inep, com nota e comentários por competência, para que o estudante saiba exatamente onde evoluir a cada envio.
Em Matemática, o próprio Professor Ferretto conduz uma metodologia que parte da base — operações, frações, porcentagem, equações — e avança de forma progressiva até os temas mais cobrados do Enem, sempre na linguagem e no formato de questão que o estudante vai encontrar no dia da prova.
O acompanhamento por métricas de evolução por tema ajuda a identificar exatamente onde reforçar o estudo, em vez de revisar tudo de forma genérica.
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Lembre-se que a matemática básica é o alicerce de toda a sua preparação para o Enem e os vestibulares.
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A redação vale até 1000 pontos, distribuídos igualmente entre cinco competências de até 200 pontos cada.
Diferente das provas objetivas, ela não é calculada pela TRI: a nota final é a média entre dois corretores independentes.
Entre as áreas objetivas, Matemática não tem sempre a menor média nominal, mas é a que apresenta a maior amplitude de notas entre os candidatos — de 334 a 962 pontos em 2024 — e a mais associada à exclusão de estudantes do ensino superior, segundo dados do Pisa 2022, que mostram 73% dos brasileiros abaixo do nível básico de proficiência na disciplina.
Depende do momento da sua preparação. Se você já domina as outras áreas e precisa fechar essas duas lacunas específicas, um pacote direcionado pode ser suficiente.
Mas, como Redação e Matemática costumam evoluir junto com o restante do conteúdo — interpretação de texto, por exemplo, ajuda diretamente na redação —, muitos estudantes se beneficiam de um curso completo que trata as duas com o mesmo nível de profundidade das demais áreas.
É possível evoluir de forma consistente com prática regular e correção individual, mas ganhos reais em Matemática e Redação costumam vir de meses de prática constante, não de poucas semanas.
Quanto antes você começar a fechar as lacunas de base, maior a chance de chegar ao dia da prova com segurança nas duas frentes.
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